terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Artigo


Defender teses sem espírito de cizânia

Paiva Netto

A Elevada Doutrina de Jesus não existe para, de modo selvagem, conflitar com qualquer esfera de pensamento.
A respeito desse assunto, em minha página “Questão de Morte ou de Vida?”, considerando que, segundo Napoleão Bonaparte (1769-1821), “a maior figura de retórica é a repetição”, reforcei o meu raciocínio publicado na Folha de S.Paulo de 31 de dezembro de 1989, para marcá-lo com máxima intensidade:
Por ser aqui o Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica da Legião da Boa Vontade, o ParlaMundi da LBV, todos têm, por força das atividades dele, mais que o direito de expressar suas opiniões, mesmo que com o ardor natural à defesa das teses, todavia, sem espírito de cizânia; logo, civilizadamente.
Pobre da sociedade sem a discussão de ideias. Detestam-na apenas os que querem o domínio criminoso da mente humana. A História conta-nos o horror que tem sido a sua passagem pela Terra. E o homem que não aprende com o passado dificulta o seu futuro.

Cristianismo Dessectarizado
E, com essas reflexões, consequentemente chegamos mais adiante ao propor a dessectarização do Cristianismo, que os seres humanos dividiram em rebanhos, de acordo com os seus diversos graus de entendimento.
Pontos de vista distintos sempre existirão. A causa disso, Alziro Zarur (1914-1979), saudoso fundador da LBV, a explicou na Proclamação do Novo Mandamento de Jesus (Campinas/SP, Brasil, 7 de setembro de 1959):

— Há tantas religiões quantos são os graus de entendimento espiritual das criaturas humanas, conforme a soma de suas encarnações.

O que não deve ocorrer é essa fórmula malévola, criminosa mesmo, com que se promovem lutas fratricidas, as quais enchem de sangue os caminhos de uma história, que precisaria ser mais compassiva.
Em Epístola Constitucional do Terceiro Milênio (1988), escrevi: Haverá um tempo majestoso, em que o ser humano só aceitará um dogma: o da Fraternidade sem fronteiras.
Jesus, o Político de Deus, que, pelo Seu caráter altamente humanitário, pode ser admirado até pelos descrentes, exorta-nos à compaixão:

— Misericórdia quero, não holocausto. Jesus (Mateus, 9:13)

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Artigo


A escolha definitiva por Jesus
Paiva Netto

Minhas Amigas e meus Irmãos, minhas Irmãs e meus Amigos, neste artigo que lhes escrevo, apresento a grande tarefa da Legião da Boa Vontade e da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo: a prática da Caridade Completa (porque é Material e Espiritual — ampara o corpo e liberta a Alma) e Legítima (pois se manifesta imbuída dos melhores sentimentos e, o mais das vezes, repleta de sacrifício pessoal, como o da viúva do gazofilácio — Evangelho, segundo Marcos, 12:41 a 44). O tempo é curto. Urge que o ser humano faça a escolha que salvará seu Espírito no Dia do Juízo Final, conforme retratado no belíssimo soneto do autor de Poemas da Era Atômica, Alziro Zarur (1914-1979):

A Escolha Urgente
Disse Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores — não podeis servir a Deus e a Mamom” (Evangelho, segundo Mateus, 6:24).

Tempos de treva, de pecado e injúria,
Tempos do mal e de ignomínias vis,
Agora é inútil toda a vossa fúria,
Porque minha Alma é de Jesus, que a quis.

Todas as quedas, toda a vã luxúria,
De satanás as tentações sutis —
Tudo passou... Porque hoje sou feliz,
Vivendo a vida sem temor e incúria.

Bendito sejas Tu, Deus dos eleitos,
Que em Teu Amor nos fazes tão perfeitos,
Invulneráveis nesta vida insana!

Soldado Teu, Alfa e Ômega de tudo,
Hei de lutar, visando, sobretudo,
À regeneração da raça humana!...

A maior Caridade: anunciar a Volta de Jesus
Por isso, a grande missão da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo é pregar o Evangelho e o Apocalipse, em Espírito e Verdade, à luz do Novo Mandamento do Cristo, por todo o planeta. Levar aos povos a Verdade Divina é a Caridade maior, que anuncia a Volta Triunfal de Cristo Jesus.
Quem em Deus se integra não encontra motivos para viver desolado.
Nós, Legionários da Boa Vontade e Cristãos do Novo Mandamento de Jesus, quando nos entristecemos com certas coisas do mundo, lutamos para corrigi-las, aplicando a Caridade do Mandamento Novo do Mestre Divino: “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. (...) Não há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos. (...) Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35; 15:12, 13 e 9).
Não há outra solução para homens, povos e nações. Tudo o que vem do Amigo Celeste é superior. Ensina o Centro Espiritual Universalista (CEU) da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo: “Jesus é o Sol da Caridade”.
O Tempo, Grande Ministro de Deus, provará, dizia Alziro Zarur.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Artigo


Jesus é maior do que pensamos

Paiva Netto

Costumo afirmar que o Pai Celestial desaprova qualquer manifestação de ódio em Seu Santo Nome. Infelizmente, por vezes, vimos irromper essa separação intolerante, cujo proveito jamais é do agrado de Deus, que é Amor (Primeira Epístola de João, 4:8). Por isso, também abordo esse assunto em minha obra Jesus, o Profeta Divino, no capítulo “A dessectarização do Cristianismo”. É preciso esclarecer que não significa criar outro cristianismo. Na verdade, trata-se de devolver ao Cristo, justo e compassivo, o que é do Cristo, como propôs Alziro Zarur (1914-1979). Portanto, é dessa maneira abrangente que compreendemos o Jesus Ecumênico e Seus ensinamentos redentores, isto é, acima de idiossincrasias ou atavismos grosseiros. Um Jesus sem algemas.
O Cristo liberto de preconceitos e tabus oferece Sua Divina Amizade igualmente aos Irmãos ateus, que também de Deus são filhos.
Jesus veio a este planeta e sacrificou-se por Amor à humanidade. Fica aqui o nosso fraterno e cordial convite para que todos conheçamos o Cristianismo do Cristo e participemos dele.
Jesus é maior do que pensamos.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.